
Risca de uma vez por todas a minha imagem.
Risca-me do teu olhar, do teu pensamento, da tua vida.
Risca-me de tudo o que te recorda de mim.
Serei talvez esse risco torto, mas firme,
Fácil de apagar, se quiseres,
Basta que os teus sentimentos te libertem,
E te mostrem um outro caminho.
Risca, acima de tudo, o dia em que trocámos olhares puros,
Virgens de qualquer experiência.
Até que o brilho das estrelas se desfaça,
E o eco da minha liberdade se perca na tua memória.
Era uma vez um cão que fazia ão, ão. Não fazia au au, fazia ão, ão! E vivia num enorme casarão, O casarão do Senhor Barão. O cão era um animal de estimação, O pet do Senhor Barão, pois então. Dormia no tapete do salão, E o cão que fazia ão, ão, gostava do casarão. O Senhor Barão gostava muito de melão, Comprava sempre o mais doce da estação, Que aviava na mercearia do Sr. Adão. Todas as sextas-feiras sem falha, nem senão. O cão na mercearia do Sr. Adão, disse ao Barão, - Sr. Barão, já estou farto de melão. - Não te chega o que comes, o melão é meia refeição, Disse o Barão ao cão. A mesa estava pronta para a refeição, Faisão com melão, O Senhor Barão comeu como um latagão, Já o cão, não. - Então cão porque não comes o melão? - Senhor Barão, já estou cheio com o faisão. E assim termina esta narração, Do cão que fazia ão, ão, E que vivia num casarão. De tolo não tinha nada,...
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