As horas são sempre vagas, Mesmo que entre os ponteiros, Navegue um oceano em turbilhão. As horas são sempre vagas, Mesmo que o nosso ser preencha, Todas as ondas da nossa vida, com sentimentos contraditórios. As nossas horas serão sempre vagas, Apenas porque a cada hora que passa, Estamos mais próximos da última vaga, A que nos levará para outra dimensão.
Era uma vez um cão que fazia ão, ão. Não fazia au au, fazia ão, ão! E vivia num enorme casarão, O casarão do Senhor Barão. O cão era um animal de estimação, O pet do Senhor Barão, pois então. Dormia no tapete do salão, E o cão que fazia ão, ão, gostava do casarão. O Senhor Barão gostava muito de melão, Comprava sempre o mais doce da estação, Que aviava na mercearia do Sr. Adão. Todas as sextas-feiras sem falha, nem senão. O cão na mercearia do Sr. Adão, disse ao Barão, - Sr. Barão, já estou farto de melão. - Não te chega o que comes, o melão é meia refeição, Disse o Barão ao cão. A mesa estava pronta para a refeição, Faisão com melão, O Senhor Barão comeu como um latagão, Já o cão, não. - Então cão porque não comes o melão? - Senhor Barão, já estou cheio com o faisão. E assim termina esta narração, Do cão que fazia ão, ão, E que vivia num casarão. De tolo não tinha nada,...