
O velho tronco, agora nos seus últimos tempos de existência, não parece resistir às forças que a natureza lhe impôs.
O seu interior, outrora sólido e forte, começa a decompor-se, dia após dia, mês após mês, ano após ano.
O velho tronco permanece ali, isolado entre as construções e o passeio por onde passo todas as noites na minha caminhada, não como um pedaço de madeira morta, mas como um símbolo de resistência e renovação
O velho tronco merece resistir. Que alguém lhe dê uma mãozinha, faço votos.
ResponderEliminarBom dia, Caro João Afonso.
ResponderEliminarNão me parece, posto que está numa zona urbanizada e é o último vestígio de um pinhal que havia nesta zona, antes de construirem uma superficie comercial.
Vale esse testemunho, por enquanto e até não o retirarem.
Um abraço e obrigado pelo seu comentário.
E é um bonito símbolo! Não sei porquê, mas gosto da beleza da finitude na natureza.
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