O velho tronco, agora nos seus últimos tempos de existência, não parece resistir às forças que a natureza lhe impôs. O seu interior, outrora sólido e forte, começa a decompor-se, dia após dia, mês após mês, ano após ano. O velho tronco permanece ali, isolado entre as construções e o passeio por onde passo todas as noites na minha caminhada, não como um pedaço de madeira morta, mas como um símbolo de resistência e renovação
Reflexões a esmo